Em um cenário profissional cada vez mais dinâmico, pesquisa aponta uma virada na forma como empresas avaliam candidatos: ter um diploma já não é suficiente é preciso mostrar resultado, repertório e habilidades em ação. O portfólio, antes valorizado apenas em áreas criativas, agora ganha espaço em setores como tecnologia, marketing, educação e até gestão.
A pesquisa mostra que recrutadores estão mais atentos à capacidade prática do profissional: o que ele já realizou, como solucionou problemas e quais entregas concretas pode apresentar. Com isso, cases, projetos pessoais, experiências voluntárias e até presença digital passam a compor um novo “currículo vivo”, mais próximo da realidade do mercado.
A tendência reflete uma mudança profunda na lógica da empregabilidade: mais do que títulos acadêmicos, o mercado busca pessoas que aprendem de forma contínua e aplicam conhecimento com agilidade. Para o Instituto Galaxy, a pergunta que orienta o futuro da contratação já mudou: “O que você sabe fazer?” deu lugar a “O que você já fez com o que sabe?”.